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Corpo Docente

Coordenação do curso:
Katia Maria Diniz Araújo 

Suplente:
Glauber Domingues

 

Glauber Domingues
http://lattes.cnpq.br/9408325715410458

 

Kátia Maria Diniz Araújo (Mestre)

 

Maria Alice da Silva Ramos Sena
http://lattes.cnpq.br/3719160196667882

 

Mario Jacinto Ferraro Júnior (Doutor)
http://lattes.cnpq.br/0105169821549649

 

Vinícius de Moura Vivas (Mestre)
http://lattes.cnpq.br/4929860600141251

 

Perfil Acadêmico – Ensino

1. Objetivos Gerais

. Capacitar o estudante a utilizar os parâmetros e os elementos da linguagem musical como ferramentas facilitadoras de sua  expressão criadora e do seu fazer artístico;

. Possibilitar uma educação sensível que promova o desenvolvimento da percepção, da reflexão, da intuição e da emotividade por meio de estímulos à imaginação (memória e invenção) e à curiosidade (prazer da descoberta);

. Promover a participação e a socialização do estudante por meio de experiências coletivas de performance e criação musical na aprendizagem de diferentes instrumentos musicais;

. Promover um maior contato com o repertório musical de tradição oral e escrita com ênfase na diversidade cultural e na produção musical brasileira.

2. Especificidades dos segmentos

2.1 Ensino Fundamental – 1º segmento

. Sensibilizar para uma escuta musical e da paisagem sonora;

. Vivenciar aspectos básicos da linguagem musical;

. Desenvolver habilidades de afinação e rítmica por meio do canto coletivo, da expressão corporal e do manuseio de intrumentos musicais.

2.2 Ensino Fundamental – 2º segmento

. Iniciar a prática na flauta doce, ukulelê e violão;

. Desenvolver habilidades de leitura e escrita musical;

. Ampliar conhecimentos e habilidades por meio da prática de conjunto.

2.3 Ensino Médio

. Desenvolver e aperfeiçoar diferentes práticas musicais como meios de expressão.


Projetos:

- Toque... e se toque! - o projeto de extensão oferece aulas de música (flauta doce, cavaquinho, percussão, violão, ukulelê, canto, musicalização infantil e percepção musical) no Centro da Música Carioca com ênfase na prática de conjunto da música popular brasileira. http://toqueesetoque.com.br

- Orquestra de Ukuleles da UFRJ - formada por alunos do curso de extensão “Toque... e se toque!”. O repertório tem por base arranjos instrumentais de obras da música popular brasileira. https://www.youtube.com/channel/UCVB9z8Dh4s5aktmpNttazdg

- Concerto Didático - realizado anualmente desde 2003, quando todas as turmas do 1º ano do ensino fundamental ao 2º ano do ensino médio se reúnem para apresentar ao público e à comunidade escolar algumas práticas musicais do cotidiano das aulas de música. https://youtu.be/VflX3YYAPzM

 

 

ingles100 

O ensino da Língua Inglesa no CAp-UFRJ se caracteriza pelo trabalho diferenciado que realiza tanto nas turmas do Ensino Fundamental II quanto no Ensino Médio. Diferentemente do trabalho usualmente realizado em cursos de idiomas, temos como objetivo formar cidadãos globais críticos: capazes de compreender os diversos textos (orais e escritos) que circulam pelo mundo nessa língua e de produzir tais textos de forma autônoma, reconhecendo o conjunto de discursos que orientam as produções textuais. Cientes de que a língua inglesa não se restringe aos países que a têm como língua nativa, estimulamos nossos alunos a conhecerem e a produzirem variedades de inglês produzidos no mundo e compreenderem questões linguísticas, culturais e políticas. Para realizar esse trabalho, cada turma do Ensino Fundamental é dividida em duas, de acordo com a proficiência de inglês dos alunos. Dessa forma, o ensino se torna desafiante e interessante, mesmo para aqueles que já estudam a língua fora da escola. No tocante ao Ensino Médio, o ensino de Língua Inglesa é desenvolvido em workshops (oficinas), com temáticas e abordagens diferentes, e os estudantes podem escolher qual delas gostariam de integrar em cada ano. Atualmente, as oficinas oferecidas são as seguintes: Multi-skills, Media Discourses, Creative Writing, Grammar and Games, Songs, Video and Literature e Reading and Writing.


Corpo Docente

Coordenação de Curso:
Erika de Freitas Coachman

Suplente:
Raquel Souza de Oliveira


Juliana Jandre Barreto
Doutora em Educação Brasileira pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

Erika de Freitas Coachman
Doutoranda em Linguística Aplicada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro

Evandro Luis Von Sydow Domingues
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4799837P1
Graduado: Letras Inglês-Português (1995) - PUC-Rio
Mestre em: Literatura Brasileira (1998) - PUC-Rio
Doutor em: Literatura Comparada (2008) - UFF
Projeto: “Is there a text in the classroom?” -  Cadastro: SIGMA 24425
Projeto: “Poets are us” - Cadastro: SIGMA 24426

 

Raquel Souza de Oliveira
Doutora em Linguística Aplicada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro

 

Rosangela Conceição de Souza
Doutora em Letras pela Universidade de São Paulo

 

Barbara Venosa
Mestre em Tradução Audiovisual pela Roehampton University of London

 

Mariana Nunes Monteiro
Mestranda em Linguística Aplicada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro

 

Projetos do Setor:

- Os discursos da mídia na sala de aula: refletindo sobre as identidades sociais nas páginas das revistas e na tela da TV (código Sigma 13149).

- Pen Pals: construindo uma amizade por vias da aprendizagem do inglês como LE (código Sigma 24420).

- A mídia no ensino de língua estrangeira: um veículo de poder na construção de uma pedagogia crítica (código Sigma 11759).

- Iniciação artística e cultural na formação de professores de inglês (aprovado em Conselho Pedagógico em 21 de fevereiro de 2017).

- Conflitos e encontros nas literaturas de língua inglesa contemporânea (código Sigma 13483).

- A poesia do Rock and Roll (código Sigma 21334).

 

Erika de Freitas Coachman


hist100

 

 Corpo Docente 

 

Coordenação de Curso:
FÁBIO GARCEZ DE CARVALHO

Suplente:
JOÃO GABRIEL ASCENSO

 

ALESSANDRA CARVALHO
http://lattes.cnpq.br/2765565145395915

PROJETO DE PESQUISA:
Justiça de transição, políticas de memória e ensino de história na educação básica
Descrição: A pesquisa tem como objetivo investigar os possíveis diálogos e conexões entre a justiça de transição e as políticas de memória tal como elas se desenvolvem no Brasil e o ensino de história, considerando que esses processos se articulam não só em torno de ações públicas pelo reconhecimento oficial das violências praticadas pela ditadura civil-militar, a punição de seus perpetradores e a reparação às vítimas, mas alcançam o campo das disputas políticas e culturais no interior de ordens pós-autoritárias. Incluem, assim, as iniciativas estatais implementadas no campo jurídico como também seus desdobramentos em distintos espaços da sociedade nos quais se desenvolvem processos de formação de identidades e de construção de consensos. Um desses espaços, sem dúvida, é o sistema educacional, por sua capilaridade e finalidades primordiais de caráter formativo e normativo. Cabe investigar, portanto, em que medida a escola e, nela, a disciplina escolar história podem ser espaços de desenvolvimento de medidas transicionais e de políticas de memória em suas múltiplas dimensões: de exercício do direito à memória e à verdade e, a partir daí, do fortalecimento de consensos e identidades políticas ligadas à defesa da democracia e do respeito aos direitos humanos.
Linha de Pesquisa do Núcleo de Pesquisa e Práticas em Ensino de História:  Ensino da história de regimes ditatoriais nos séculos XX e XXI.

 

DIEGO BRUNO VELASCO
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4137312E1

PROJETO DE PESQUISA:
Ensino de História e Temas Sensíveis: Uma investigação sobre os regimes de verdade e as articulações temporais produzidas nas narrativas curriculares
Descrição: Considerando que a discussão em torno do ensino dos temas sensíveis tem se fortalecido nas áreas do Currículo e do Ensino de História, a presente pesquisa pretende investigar como as dimensões das temporalidades e das verdades históricas tem se articulado com esta temática. Neste sentido, o estudo propõe-se a analisar quais são as narrativas históricas escolares produzidas e hegemônicas sobre temáticas como a Ditadura Militar e a presença de povos africanos e indígenas , dentre outros,  em espaços curriculares como os livros didáticos de História, as provas de vestibulares, o Exame Nacional do Ensino Médio, os materiais didáticos produzidos pelos professores da Educação Básica e as pesquisas produzidas em cursos de formação continuada como as dissertações de mestrado do ProfHistória e as monografias / trabalhos de curso do CESPEB. Em linhas gerais, a pesquisa pretende analisar quais são os deslocamentos e as sedimentações que tais narrativas apresentam considerando que a pauta do ensino dos temas sensíveis mobiliza a produção de novas demandas, colocando os regimes de memória e de historicidade em constante disputas. Ao mesmo tempo, procurar-se-á analisar quais são as articulações temporais, entre presente e passado, significadas no material empírico selecionado. Por fim, há de se destacar que serão analisados apenas os materiais produzidos no século XXI, uma vez que aposto que a temática aqui privilegiada passa a ocupar neste século um papel importante na área do Ensino de História.

PROJETO DE PESQUISA:
As relações entre os licenciandos do CAp UFRJ e a questão da avaliação educacional no Currículo de História.
Descrição: Este projeto de pesquisa propõe-se a analisar as relações entre os licenciandos de História do Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (CAp UFRJ) com a temática da avaliação educacional. Levando em consideração que o CAp é um espaço de formação de professores e que no estágio supervisionado o licenciandos possuem a oportunidade de observar, debater e construir reflexões sobre diferentes instâncias da rotina docente, este estudo pretende investigar como os licenciandos lidam com o desafio de produzir e analisar instrumentos formais de avaliação como provas, testes, apresentação de seminários, trabalhos avaliativos, dentre outros. Neste sentido, proponho investigar, a partir dos materiais avaliativos produzidos pelos licenciandos, quais foram as principais temáticas históricas abordadas bem como buscarei responder a outras indagações, tais como: Quais desafios estiveram presentes na produção deste material didático? Quais conhecimentos históricos e pedagógicos influenciaram na produção dos material avaliativo? Quais saberes e / ou habilidades os estudantes da Educação Básica deveriam dominar para serem bem avaliados? Como as temáticas dos temas sensíveis e das articulações temporais aparecem nos materiais pesquisados? O que os licenciandos consideram significativo dentro de uma avaliação da área de História? Destaco que o material empírico analisado será o material didático produzido pelos licenciandos bem como as respostas dadas por eles em questionários escritos eventualmente solicitados. Ao mesmo tempo, destaco que serão analisados os materiais produzidos a partir do ano letivo de 2019.

Linha de Pesquisa do Núcleo de Pesquisa e Práticas em Ensino de História:  Ensino de história, recursos e estratégias didáticas;

 

FÁBIO GARCEZ DE CARVALHO
http://lattes.cnpq.br/9129264071487611

PROJETO DE PESQUISA: A História do Ensino de História no Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro
Descrição: O projeto se insere na área de estudos da História da Educação. O Colégio que foi criado com vistas a ser utilizado como campo de estágio para os alunos dos cursos de graduação torna-se interessante campo de estudos, visto que analisar o campo disciplinar do ensino de História significa não apenas enveredar pelo estudo da dinâmica escolar, mas percorrer importantes caminhos para a análise do próprio processo de profissionalização docente. O corte temporal abrange o período entre 1960 e 1990. 

PROJETO DE PESQUISA: O ensino de história e desafios contemporâneos: o presente e passado no fazer docente do professor de história
Descrição: O projeto apresenta como eixo a investigação do estado da arte do ensino de temas de tempo recente no ensino básico em escolas públicas do Estado do Rio de Janeiro. Para abordagem teórica, o projeto é ancorado no debate historiográfico sobre história do tempo presente e sua interface com o ensino de história na educação básica. Pretende-se fazer um mapeamento de questões a respeito do tratamento do tempo presente, práticas pedagógicas, problemas e desafios que acompanham o tratamento de temas recentes nas escolas no Estado do Rio de Janeiro. O projeto insere-se no esforço de construir saberes teórico-práticos que contribuam para uma reflexão crítica acerca do ensino de história, indispensável para a formação continuada de professores de ensino básico da rede de ensino pública, bem como para a formação educacional discente.

Linha de Pesquisa do Núcleo de Pesquisa e Práticas em Ensino de História:  História do ensino de história e formação de professores;

                                      

JOÃO GABRIEL ASCENSO
http://lattes.cnpq.br/8145997285807159

PROJETO DE PESQUISA:
Ensino de História Indígena na Educação Básica
Descrição: Esse projeto visa a discutir e desenvolver estratégias de ensino a respeito da História Indígena, prioritariamente dos grupos inseridos dentro do espaço que se convencionou chamar de “Brasil”, mas pensando também as conexões transnacionais. Essas estratégias nascem da urgência de se compreender o genocídio histórico dessas populações, ainda em curso, e os argumentos que – mesmo que indiretamente – o legitimam. São alguns desses argumentos: o do atraso, o da infantilidade, o da barbárie, o da animalidade e o da improdutividade. Os grupos indígenas representam, desde o século XV e até hoje, uma alteridade radical em relação ao modo de vida, de produção e de conhecimento do Ocidente, por isso sendo, muitas vezes, identificados como o oposto da civilização e do progresso. Compreendendo que apenas a partir do conhecimento é possível a produção da empatia, o projeto em questão visa a construção de recursos didáticos que levem à percepção da alteridade representada pelos indígenas dentro do espectro da riqueza sociocultural e da diversidade dos modos de produção e de relacionamento com o meio ambiente. Para tanto, é fundamental afastarmo-nos do pensamento de que povos como incas, maias e astecas era “mais evoluídos” porque se organizavam em Estados militarizados, com sistemas complexos de produção e distribuição – em suma, porque, em diversos aspectos, se assemelhavam às sociedades europeias. É justamente a lógica do “mais evoluído” que deve ser questionada. Além disso, é importantíssimo reconstruir historicamente as diferentes relações que o Estado colonial/nacional no Brasil levou adiante em relação aos índios, identificando mecanismos de violência e estratégias de resistência e de negociação. Através desse pensamento historicizado, podemos atingir outro objetivo fundamental, que é trazer as populações indígenas para o presente, inserindo-as dentro de seus desafios e de suas lutas atuais e questionando seu isolamento na história do período colonial.

Linha de Pesquisa do Núcleo de Pesquisa e Práticas em Ensino de História:  Ensino de história indígena, africana e afro-brasileira na educação básica;

 

LUISA QUARTI LAMARÃO
http://lattes.cnpq.br/2228259440905149

PROJETO DE PESQUISA: O uso de memes nas aulas de História
Descrição: Os estudantes da chamada geração virtual, conhecidos como “nativos digitais”, apresentam desafios diários às práticas docentes contemporâneas. A constante oferta de informação fora da sala de aula, disponível pela internet, e consequentemente a criação de uma nova forma de linguagem e comunicação entre os alunos, tornam importantes a discussão sobre novas estratégias em sala de aula. Nesse sentido, o presente projeto pretende ser um espaço de investigação sobre diferentes estratégias didáticas formuladas a partir de recursos/linguagens da internet. Partimos do pressuposto de que esse tipo de interatividade é fundamental no ambiente escolar, criando constantes desafios para professores e alunos. No caso específico das aulas de História, o objetivo é debater sobre as possibilidades de criação e utilização de memes em atividades e avaliações, reconhecendo que estes podem ser uma outra forma de contato dos estudantes com textos históricos. Memes são imagens, frases ou vídeos que se reproduzem rapidamente pela internet dada a mensagem e a linguagem atraentes que exibem. As atividades propostas vão envolver leitura de bibliografia especializada sobre Educação e recursos tecnológicos; criação de memes em sala de aula pelos estudantes do Ensino Básico e posterior uso destes em avaliações e atividades; elaboração de atividades envolvendo esses recursos por docentes e licenciandos; oferta de oficinas para professores do Ensino Básico sobre o tema e suas diversas possibilidades de uso em sala de aula.

Linha de Pesquisa do Núcleo de Pesquisa e Práticas em Ensino de História:  Ensino de história, recursos e estratégias didáticas;

 

 

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Plano Político Pedagógico

Corpo Docente


Coordenação de Curso:
Prof. Ms. Wanderley Paulo Gonçalves Junior

Suplente:
Prof. Dr. Sidnei Percia da Penha

 

Prof. Dr. Roberto Affonso Pimentel Júnior (Beto)
http://lattes.cnpq.br/9273793166523342
Ingressou no CAp-UFRJ como professor substituto em 1996, sendo efetivado no início de 1997. Formado pela UFF nos cursos de bacharelado e licenciatura em Física no início da década de 1990, concluiu o mestrado em óptica metrológica em seguida. Deu aulas em escolas particulares de Niterói, sua cidade natal, e trabalhou como bolsista do INMETRO antes de ingressar no CAp. Durante um período de licença deu aulas no Canadá (2002-2003), e mais recentemente doutorou-se pelo programa de pós-graduação em história das ciências, das técnicas e epistemologia (HCTE) da UFRJ (2008-2012) com uma tese sobre a história da interferometria no século dezenove.

Deu aulas para a primeira série do Ensino Médio e as aulas de revisão para as turmas de terceira série no período de 1996 a 2002, quando por alguns anos foi coordenador do setor. Em 2004 em seu retorno à escola assumiu as aulas da segunda série e construiu o projeto da revista da escola, a revista Perspectiva, projeto que coordenou por dois anos e meio. É autor de diversos trabalhos em Física e em história da Física, e vem participando de inúmeros congressos, projetos e antologias de divulgação científica. É autor do livro “A Aventura da Física”, uma coletânea de textos publicados em sua coluna na revista Ciência Hoje das Crianças Online ao longo dos últimos 4 anos. Contribui ainda com a seção Fora do Quadro da revista Ciência Hoje, relacionando artigos da revista com tópicos de Física abordados no Ensino Médio, numa linguagem voltada para professores e alunos de Ensino Médio.

 

Prof. Dr. Sidnei Percia da Penha
http://lattes.cnpq.br/0006619785896896
É doutor em Ensino de Ciências pela Universidade de São Paulo onde concluiu o curso em 2012.  Elaborou parte de suas pesquisas com bolsa da CAPES de doutorado sanduiche realizado na Universit of Missoury nos Estados Unidados com o objetivo de aprofundar as pesquisas relacionadas a inserção de Questões Sociocientíficas no Ensino de Ciências. É mestre em Ensino de Ciências e Matemática pelo CEFET-RJ onde em 2007 concluiu sua pesquisa relacionada a produção  de uma Sequencia Didática Investigativa para estudo do Eletromagnetismo intitulada “A Física e a Sociedade na TV”. É especialista em Ensino de Física pela Universidade Federal Fluminense concluído em 2004 onde elaborou pesquisas relacionadas a utilização questões desafiadoras para o Ensino de Física dentre vários outros trabalhos. É Licenciado em Física pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em 1996 e Engenheiro Eletricista pela UCP  em 1991. Atualmente desenvolve pesquisa sobre Atividades Investigativas para o ensino de Ciências;  Abordagem Ciência, Tecnologia e Sociedade e uso de Questões Socio-científicas no ensino de Ciêncas. Participa do Grupo de Pesquisas em Ensino de Física da UFRJ (PROENFIS-UFRJ) onde atuou na organização de cursos destinados a formação de licenciandos e professores de física. Atua como revisor de trabalhos da Associação Brasileira de Pesquisadores em Ensino de Ciências (ABRAPEC) e do Simpósio Nacional de Ensino de Física (SNEF). Atualmente coordena o Setor Curricular de Física do CAp e o Laboratório Didático de Ensino de Física (LADEF) onde desenvolve seus projetos de pesquisa e extensão. Atualmente coordena o projeto  Oficinas de Acionamento e Robótica.

 

Prof. Ms. Wanderley Paulo Gonçalves Junior
http://lattes.cnpq.br/8753773860609256
É doutorando no Programa em Ensino, Filosofia e História das Ciências da Universidade Federal da Bahia, onde desenvolve pesquisa em que busca investigar a aprendizagem dos alunos sobre o conceito físico de força através de um ambiente de ensino estruturado para a programação de simulações, procurando identificar os possíveis fatores que colaboram para a evolução do entendimento. Em 2012, tornou-se mestre em Ensino de Física pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, dedicando-se à pesquisa de processos avaliativos. Desenvolveu trabalho intitulado “Avaliações em Larga Escala e o Professor de Física”. É especialista em Ensino de Ciências com ênfase em Física, concluído em 2006, pela Universidade Federal de Minas Gerais, onde desenvolveu e elaborou pesquisa intitulada “A utilização da imagem para a compreensão de gráficos da posição em função do tempo na cinemática”. É licenciado em Física pela Universidade Federal de Minas Gerais em 1999. Atualmente é membro de comissão técnico-pedagógica do Ministério da Educação e membro colaborador do grupo de pesquisa MEDIA (Medidas Educacionais e Desenvolvimento de Instrumentos de Avaliação).

 

 

Pagina em Reestruturação

A pagina do NICJr está passando por uma reestruturação

 

 

 

Introdução

 

O Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (CAp-UFRJ) vem, desde 1990, integrando seus alunos do Ensino Médio a diversas instituições de pesquisa e de divulgação científica: UFRJ, Fiocruz, Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), PUC-Rio, Jardim Botânico-Rio e Reunião Anual da Federação das Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE), através:

  • Da parceria, a partir de 1990, com o Programa de Vocação Científica da Fiocruz (Provoc-Fiocruz), que garante a participação dos alunos do CAp-UFRJ em estágios orientados nos Centros de Pesquisas: Fiocruz, CBPF e PUC-Rio. Outras quinze escolas do Rio de Janeiro, conveniadas ao Programa dividem as vagas oferecidas por estas instituições. Isto possibilita, em alguns casos, que o desenvolvimento de projeto seja compartilhado por alunos de diferentes escolas.
  • Do Projeto O JOVEM E A CIÊNCIA DO FUTURO desenvolvido, em parceria com a Federação de Sociedade de Biologia Experimental (FeSBE) e a Fundação Oswaldo Cruz desde 1993, no qual os alunos do CAp/UFRJ e das escolas conveniadas ao Programa de Vocação Científica da FIOCRUZ participam das Reuniões Anuais da FeSBE, assistindo a uma programação especialmente destinada a eles, além de se integrarem às atividades gerais do Encontro. Apresentam, ainda, nesta Reunião, em sessão especial, os trabalhos produzidos em seus estágios. Alunos das escolas públicas da localidade onde a Reunião é anualmente realizada integram-se também às atividades.
  • Do Programa de Iniciação Científica Júnior desenvolvido em conjunto com a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PR-2/UFRJ) e Professores/Pesquisadores de diversas Unidades da UFRJ, desde 1995, no qual os alunos CAp/UFRJ são integrados a grupos de pesquisa, desenvolvendo projetos sob orientação desses pesquisadores.
  • Do convênio com o Jardim Botânico do Rio de Janeiro, os alunos do CAp realizam estágios de Iniciação Científica Júnior, desde 2013 nos centros de pesquisa da Instituição.

 

Implantação do núcleo

 

Em 2001, analisando a dimensão e a complexidade das atividades desenvolvidas no âmbito da Iniciação Científica Júnior, a Coordenação do Programa, no CAp/UFRJ propôs a criação do NÚCLEO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA JÚNIOR.

     Diversos objetivos norteiam esse empreendimento:

Dar maior organicidade ao trabalho desenvolvido, possibilitando aperfeiçoamento das atividades;

Possibilitar a ampliação da participação de instituições, de pesquisadores e de alunos nas atividades de Iniciação Científica Júnior do CAp-UFRJ;

Facilitar na obtenção de recursos, mediante uma maior visibilidade das atividades desenvolvidas;

Favorecer a divulgação das atividades desenvolvidas com vistas à aplicação da experiência em outras escolas;

NICJrplant

 

 ESTRUTURA

 Os alunos do CAp/UFRJ a partir do 1º ano do ensino médio são selecionados e encaminhados aos diversos grupos de pesquisa das instituições indicadas.


A seleção para laboratórios da UFRJ se inicia no NÚCLEO, sendo concluída com uma entrevista feita pelo pesquisador/orientador. 

Os alunos encaminhados para os laboratórios da Fiocruz (Fundação Instituto Oswaldo Cruz), CBPF (Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas) e PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica) são selecionados pelo NÚCLEO em conjunto com a equipe do Provoc/Fiocruz (Programa de Vocação Científica da Fiocruz) e a instituição em questão.

 

Objetivos

 

  • Incentivar o aluno para a atividade de pesquisa;
  • Contribuir na definição de sua escolha profissional;
  • Antecipar o contato do estudante com o ambiente acadêmico, possibilitando-lhe uma aprendizagem de metodologia de pesquisa, de trabalho em equipe e de divulgação de resultados científicos;
  • Ampliar a articulação  entre Educação Básica e Educação Superior / Centros de Pesquisa. 

 

 

Perspectivas

 

Em setembro de 2010 foi criado pelo CNPq o “Programa de Bolsas de Iniciação Científica para o Ensino Médio” (PIBIC-EM), que implantou as bolsas de “Iniciação Científica Júnior” para alunos estagiarem em Universidades e Centros de Pesquisa. Neste ano foram criadas 8.000 bolsas para todo país. Consideramos a implantação deste Programa pelo CNPq uma forma de reconhecimento da importância das atividades de Iniciação Científica Júnior que vem sendo desenvolvidas por diversas instituições nos últimos anos. Destacamos que o CAp/UFRJ participa desta iniciativa há mais de vinte anos.

Pretendemos, nos próximos anos, ampliar o número de alunos integrados nas atividades do Núcleo de Iniciação Científica Júnior do CAp/UFRJ, assim como o de pesquisadores que oferecem vagas.

Estamos, ainda, organizando um Banco de Dados referente às atividades desenvolvidas nos últimos anos. Este ficará à disposição de pesquisadores da UFRJ e de outras instituições e poderá contribuir para estudos sobre a formação de pesquisadores no Brasil e, inclusive, para avaliar a contribuição desta iniciativa e a validade de sua disseminação.

 

 

Participação em Eventos 

 

Os alunos do CAp integrados ao NÚCLEO participam de diversos eventos de divulgação de pesquisas científicas nos quais, além de se envolverem na programação destes, também apresentam trabalhos produzidos em seus estágios.

A partir de 2001, passamos a realizar, anualmente, no próprio CAp-UFRJ, a Jornada de Iniciação Científica Júnior. Ela tem como objetivo divulgar os trabalhos realizados pelos alunos do Colégio nos diversos grupos de pesquisa da UFRJ, Fiocruz, CBPF e PUC-Rio, junto aos docentes, discentes e técnicos desta Unidade. É também um incentivo à integração de novos alunos às atividades, tendo em vista que ela é realizada anteriormente à abertura do processo de seleção anual. Trata-se ainda de um evento que possibilita a integração entre os profissionais que participam direta ou indiretamente do desenvolvimento das atividades que compõem o Núcleo.

Eventos:

• Jornada de Iniciação Científica da UFRJ

• Jornada de Iniciação Científica Júnior–CAp/UFRJ

• Reuniões Anuais da FeSBE

• Jornada de Vocação Científica Provoc-Fiocruz

• Seminário de Vocação Científica do CBPF

• Seminário de Iniciação Científica da PUC-Rio.


Os alunos também apresentaram trabalhos em eventos como:

• XIII International Conference of Young Scientists - Stuttgart/Alemanha, 2006

• 2o. Encuentro Educativo - Cultural de Paises Asociados e Invitados de Mercosul – Posadas/Misiones/Argentina, 2006

• Semana Nacional de Ciência e Tecnologia – MCT/RJ, 2006

• XXI Fórum de Pesquisa em Cirurgia – Colégio Brasileiro de Cirurgiões/Rio de Janeiro/RJ, 2006

• Semana de Integração acadêmica do Centro de Filosofia e Ciências Humanas - UFRJ, 2006

• XII Semana de Arte, Ciência e Cultura do CAp/UFRJ, 2006

• Conferência Mulheres Latino-Americanas nas Ciências Exatas e da Vida/Rio de Janeiro/RJ, 2004.

 

 Equipe do Núcleo

Nádia Garcia Mendes
Coordenação

 

Vicente de Paulo Batista
Coordenação

Equipe Técnico-Pedagógica
Arthur Horácio Farias de Moraes 
Graduando em Engenharia Naval/bolsista de iniciação científica

Brenda Costa de Lima
Graduanda em Engenharia Civil/bolsista de iniciação científica

Danielle Gomes dos Santos
Graduanda em Nutrição/bolsista de iniciação científica

Larissa Christina da Silva Pereira 
Graduanda em Farmácia/bolsista de iniciação científica

Meira Santana dos Santos
Graduanda em Comunicação Social/bolsista de iniciação científica

Yuri do Carmo Wanderley
Graduando em Comunicação Social/bolsista de iniciação científica


Núcleo de Iniciação Científica Júnior
Colégio de Aplicação da UFRJ

Rua J.J.Seabra, s/nº - Lagoa - Rio de Janeiro/RJ
CEP 22.470-130
Tel/Fax: 21 2294-6597 / 21 2511-5382 Ramal: 34
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NICJr em números

 

participaoinstituio

 

grafico participao

 

 

 

 

 

 Participação em Jornadas

Jornada no cap

Jornada 2001

Jornada 2002

Jornada 2003

Jornada 2004

Jornada 2005

Jornada 2006

Fiocruz

Fiocruz 1999

Fiocruz 2005

Fesbe

Fesbe 2006

Fesbe 2007

Fesbe 2007

Fesbe 2007-parte 2

Fesbe 2008

Fesbe 2009

Fesbe 2010

Fesbe 2010-parte 1

Fesbe 2010-parte 2

Fesbe 2010-parte 3

Fesbe 2010-parte 4

Fesbe 2010-parte 5

Fesbe 2010-parte 6

Fesbe 2010-parte 7

Fesbe 2010-parte 8

Fesbe 2010-parte 9

Fesbe 2011

Fesbe 2011-parte 1

Fesbe 2011-parte 2

       Fesbe 2017

 

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