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O Grupo de Trabalho (GT) Pós-Pandemia, instituído pela Reitoria para embasar as decisões da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) sobre o novo normal na Universidade, apresentou planejamento de retorno. O estudo é extenso e inclui a retomada das aulas, que deve acontecer remotamente entre julho e setembro.

Para desenvolver o plano, o grupo precisou colher dados das sete pró-reitorias e da Prefeitura Universitária, além de acompanhar o passo a passo das discussões dos conselhos superiores da UFRJ e tabular ações de grandes universidades de onze países ao redor do mundo.

“A Universidade é muito ampla e diversa. Nosso poder é de induzir uma melhor forma de funcionamento”, afirmou Eduardo Raupp, pró-reitor de Planejamento, Desenvolvimento e Finanças e coordenador da força-tarefa, que ratificou a necessidade de ampla discussão pela comunidade acadêmica.

 

foto: Artur Moês (Coordcom/UFRJ)


Conheça as fases projetadas

As fases 1 e 2 representam o conjunto de ações emergenciais no combate à pandemia, ou seja, a UFRJ, como primeira universidade criada pelo governo federal, preocupou-se com a sua missão de contribuir com a solidariedade nacional cooperando no enfrentamento da COVID-19, e não apenas suspendendo as aulas. Uma força-tarefa com 25 áreas de atuação foi criada e virou destaque em todo o país. Relembre.

As fases 3 a 5 concentram-se no retorno gradual das atividades presenciais na Universidade, sendo sempre observados requisitos institucionais e epidemiológicos para a segurança da comunidade.

Arte: Caio Caldara (Coordcom/UFRJ)



Em geral, seis grandes temas sempre são considerados em cada progressão de fase:

  • saúde e biossegurança;
  • condições de trabalho;
  • ensino remoto emergencial e plataformas digitais;
  • infraestrutura e serviços;
  • mobilidade urbana;
  • biblioteca, museus e espaços culturais.

As fases são pensadas para os campi Cidade Universitária, Praia Vermelha, Duque de Caxias e Macaé, além das decanias, unidades, prédios isolados, Complexo Hospitalar, laboratórios de ensino, pesquisa e extensão e residência estudantil. Grupos temáticos também serão criados nas diversas unidades da UFRJ a fim de estudar cada um desses seis temas.

A ideia é de que haja discussão e refinamento do plano de faseamento, com distribuição dos membros do GT Pós-Pandemia nos grupos temáticos, acompanhamento dos requisitos, sugestão de mudanças de fases, além de publicação de estudos, avaliações e recomendações.

 

Fonte:www.ufrj.br

 

chamada perspectivas

 

A revista Perspectivas em Educação Básica, publicação digital do Colégio de Aplicação da UFRJ veiculada anualmente, seleciona relatos de experiência, artigos e ensaios fotográficos para o seu quarto número, que será publicado no segundo semestre de 2020. O tema desta edição é “A importância de pisar o mesmo chão: interação, socialização e transformação no ambiente escolar”.

Os trabalhos para a edição #4 devem ser enviados para o e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. até o dia 1º de agosto de 2020.

Maiores informações e acesso às normas de publicação clique AQUI.

 

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 .

 

 Conheça a força-tarefa da UFRJ no combate ao coronavírus

Última atualização: 2/5/2020 - 20h16

 

Centenária, UFRJ está em ação - foto: Raphael Pizzino (Coordcom/UFRJ)

 

“Incansável e mais forte a cada geração.” No ano do centenário, o último verso do hino da Universidade Federal do Rio de Janeiro faz coro com sua prática neste momento. É que pesquisadores, técnicos-administrativos e alunos da UFRJ juntaram garra, ciência e tecnologia para a construção de uma verdadeira força-tarefa de enfrentamento à pandemia provocada pelo novo coronavírus.

O Grupo de Trabalho (GT) Multidisciplinar para Enfrentamento da COVID-19, instituído em fevereiro pela Reitoria da UFRJ, subdividiu-se em 25 frentes de atuação. Com reuniões diárias, inclusive aos fins de semana, o GT se propõe a combinar discussões e soluções que possam ser aplicadas pela maior universidade federal do país.

Na cidade do Rio, é liderado por Roberto Medronho, professor titular da Faculdade de Medicina (FM/UFRJ). Nas últimas semanas, o campus da UFRJ em Macaé também iniciou ações fundamentais à Região Norte Fluminense, onde o Observatório de Saúde que conduz os trabalhos, cuja coordenação é feita pelos pesquisadores Emerson Merhy, Karla Coelho e Kathleen Cruz e a testagem molecular que ocorre no Instituto de Biodiversidade e Sustentabilidade (Nupem), sob a coordenação do seu diretor, o cientista Rodrigo Nunes.

No Rio, o grupo responsável pela produção de álcool, coordenado por Cassia Turci, decana do Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN), e a equipe responsável pelo voluntariado, coordenada por Carla Araújo, diretora da Escola de Enfermagem Anna Nery (Eean) – ambos com o fundamental apoio do prefeito universitário Marcos Maldonado – têm atuado para dar suporte às demais ações de combate à COVID-19.

O Complexo Hospitalar (CH) da UFRJ também está envolvido no enfrentamento da COVID-19, articulando as ações das suas principais unidades: Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF), Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira (IPPMG), Maternidade Escola (ME), Instituto de Doenças do Tórax (IDT) e Instituto de Psiquiatria (Ipub).


foto: Artur Moês (Coordcom/UFRJ)

 

UFRJ reafirma compromisso com a sociedade brasileira

A reitora da UFRJ, Denise Carvalho, acredita no protagonismo da Universidade: “Quis o destino que, neste ano do centenário, pudéssemos reafirmar o nosso compromisso com a sociedade brasileira, não somente através da formação de pessoal altamente qualificado, mas também da nossa produção científica de qualidade e da assistência aos pacientes em nossas nove unidades de saúde”.

“A UFRJ se preparou bastante para o enfrentamento da COVID-19. Desde fevereiro, emitimos o primeiro boletim técnico, elaborado por um grupo de especialistas da Universidade, e nos preparamos com testes moleculares devidamente padronizados nos nossos laboratórios de virologia. Hoje, a UFRJ tem cepas do coronavírus sendo cultivadas para estudos e, quem sabe, a produção de vacinas no futuro próximo”, pontua Denise.

A Administração Central tem trabalhado no combate à doença, em suporte às atividades essenciais e assistenciais nas nove unidades de saúde da UFRJ. “Estamos contando com o apoio dos pró-reitores, do Gabinete da Reitoria, da Diretoria de Relações Internacionais (DRI), da Superintendência de Tecnologia da Informação e Comunicação (STIC), da Coordenadoria de Comunicação Social (Coordcom), da nossa Procuradoria e da Prefeitura Universitária (PU)”, acrescenta Denise.

“Queremos, unidos, ajudar o Brasil a salvar vidas. É esse o compromisso da UFRJ e das demais instituições de ensino superior do país. Atuaremos para que a sociedade brasileira possa ter um número menor de mortes do que o previsto. Vamos seguir com seriedade pelo enfrentamento desta crise”, complementa a reitora.

 

Conheça as principais frentes de atuação da força-tarefa da UFRJ

 

Plano de Contingência

O Plano de Contingência da UFRJ foi elaborado pelo Gabinete Emergencial de Crise (GEC) e pelo GT Multidisciplinar para Enfrentamento da COVID-19.

Foco de atuação: apresentar documento consolidado das medidas de contingência planejadas, instituídas e coordenadas na UFRJ durante a pandemia da COVID-19 e no retorno das atividades após o período pandêmico.

Alguns resultados já obtidos: considerando problemas, prioridades, diretrizes, estruturas envolvidas, mapeamento das competências de ação e estrutura de decisão no âmbito da Universidade; confecção do documento Plano de Contingência, publicado no Boletim UFRJ em 31/3/2020 e disponível no site www.coronavirus.ufrj.br.

 

Principais atividades:

Atendimento nos hospitais e unidades de saúde da UFRJ

Foco de atuação: Atendimento de pacientes portadores do novo coronavírus.

Alguns resultados já obtidos: Com a finalidade de otimizar recursos, Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e pessoal, o HUCFF foi dividido em alas COVID-19 e não COVID-19. No HUCFF, há previsão de abertura de 60 novos leitos de UTI e 100 de enfermaria. O IPPMG, a ME, o IDT e o Ipub prosseguem com o atendimento normal e destinaram áreas específicas à internação dos pacientes que, porventura, sejam acometidos de COVID-19. As unidades hospitalares da UFRJ estão entre os locais mais seguros para os profissionais de saúde trabalharem hoje no Rio de Janeiro. Com o suporte da Pró-Reitoria de Planejamento, Desenvolvimento e Finanças (PR-3) e da Pró-Reitoria de Gestão e Governança (PR-6), do GT UFRJ Rio e de doações recebidas pelas fundações de apoio da Universidade, foi possível adquirir máscaras e demais EPIs que estão sendo distribuídos e utilizados pelas equipes, seguindo às recomendações baseadas nos protocolos, cuja base é a ciência.

 


UFRJ faz diagnóstico - foto: Rafael Galliez (FM/UFRJ)

 

Diagnóstico da COVID-19

Foco de atuação: produzir e aplicar testes moleculares (PCR – Reação em Cadeia de Polimerase) para investigar infecção por COVID-19 na força de trabalho da UFRJ, com o objetivo de desenvolvimento de testes sorológicos para produção e aplicação em larga escala no Brasil.

Alguns resultados já obtidos: ações de triagem, coleta, testagem por PCR (desde 16/3) no Centro de Ciências da Saúde (CCS), com apoio de outros subgrupos; desenvolvimento de teste sorológico (proteína ‘s’ do novo coronavírus, produzida e purificada em laboratório), com envio para diferentes parceiros a fim de avaliar a detecção de anticorpos anticoronavírus em amostras de sangue.

Centro de triagem diagnóstica para COVID-19

Foco de atuação: propiciar retaguarda diagnóstica para os profissionais da área da saúde do CH e de outros hospitais da rede pública da cidade do Rio de Janeiro; constituir um grupo de profissionais da área da saúde com síndrome gripal que possa ser acompanhado em sua história natural e sirva de base para estudos virológicos e imunológicos na infecção pelo novo coronavírus.

Alguns resultados já obtidos: criação de uma coorte (grupo) de profissionais de saúde da rede pública do Rio de Janeiro com síndrome gripal; identificação dinâmica e ágil dos infectados pelo novo coronavírus, contribuindo para o planejamento e a racionalidade das medidas de isolamento e o retorno de profissionais infectados; estudo em andamento – história natural, identificação de fatores de risco; desenvolvimento e validação de métodos diagnósticos na infecção pelo SARS-CoV-2.

 


Produção de álcool 70% a todo vapor - foto: Acervo UFRJ

 

Produção de álcool

Foco de atuação: produzir e disponibilizar insumos críticos às unidades do CH e demais setores da UFRJ como Residência Estudantil, Restaurante Universitário (RU), Comissão de Políticas de Saúde do Trabalhador (CPST), PU, vigilantes, entre outros.

Em uma parceria envolvendo o CCMN, o Centro de Ciências da Saúde (CCS), o Instituto de Química (IQ), a Faculdade de Farmácia (FF), a Escola de Química (EQ), o Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe), o Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF) e o CH já foram produzidos 35 mil litros de álcoois desinfetantes (álcool em gel, álcool glicerinado e álcool 70%), com infraestruturas física e de pessoal voluntário para a produção de pelo menos 5 mil litros por semana. Toda logística de recebimento de doações e distribuição do álcool é feita pela PU.

Mesmo contando com doações da comunidade da UFRJ e de inúmeras empresas e instituições de pesquisa, há limitação de produção devido à disponibilidade de matéria-prima e embalagens para envase.

 


Site Coronavírus UFRJ é referência - foto: Artur Moês (Coordcom/UFRJ)

 

Comunicação

Foco de atuação: sistematizar e uniformizar as ações de comunicação para os públicos interno e externo.

Alguns resultados já obtidos: criação de conteúdos diversos para o novo site www.coronavirus.ufrj.br, criado em março, no qual o conjunto das ações e divulgações está concentrado (notícias, glossário, fake news, áudios, vídeos etc.). O site alcançou mais de 100 mil acessos em menos de um mês. Coordenação da produção e divulgação do Plano de Contingência da UFRJ; articulação de uma rede de jornalistas e assessorias de imprensa da Universidade para a produção de conteúdo e combate a fake news; produção de notícias; disponibilização de pesquisadores da UFRJ para a imprensa, ultrapassando, até o momento, cerca de mil inserções da Universidade na mídia.

Voluntariado

Foco de atuação: organizar, na UFRJ, o voluntariado de enfrentamento à pandemia.

Alguns resultados já obtidos: cadastro de mais de 1.600 voluntários; auxílio na distribuição de quentinhas em conjunto com a PU; promoção da vacinação dos profissionais da UFRJ contra a gripe H1N1, em particular os da saúde, em conjunto com a Pró-Reitoria de Pessoal (PR-4); organização de voluntários para auxiliar na coleta de exames (triagem) para teste de coronavírus.

As quentinhas são oferecidas aos estudantes da Residência Estudantil e da Vila Residencial, aos servidores do HUCFF, dos serviços essenciais e das unidades produtoras de álcool. O transporte e distribuição das quentinhas é responsabilidade da PU.

 


UFRJ estuda o avanço da doença - foto: Artur Moês (Coordcom/UFRJ)

 

Modelagem da doença

Foco de atuação: conhecer a evolução temporal da doença e construir predições para subsidiar políticas públicas.

Alguns resultados já obtidos: desenvolvimento de ferramenta online para avaliação e mapeamento de situações de risco; identificação de vulnerabilidades, avaliação de sinais e sintomas na linha do tempo e por local de trabalho. Os dados levantados auxiliarão a Reitoria e demais gestores no acompanhamento do avanço de infectados e doentes, assim como na identificação precoce de profissionais em maior risco. Isso se dará devido ao conjunto de informações sobre local de trabalho, vulnerabilidades e estruturas específicas de estratégias de biossegurança e controle de infecção voltadas exclusivamente para a tuberculose e em semelhança para a COVID-19.

Logística na alocação de recursos doados às fundações Coppetec e Fujb

Foco de atuação: ajudar na alocação de recursos para atender as demandas do CH.

Alguns resultados já obtidos: gerenciamento dos recursos provenientes das doações por intermédio da Fundação Coppetec, Fundação Universitária José Bonifácio (Fujb) e da iniciativa privada.

Resposta de saúde à pandemia

Foco de atuação: auxiliar os gestores e profissionais de saúde na organização da resposta das unidades de saúde da UFRJ frente à pandemia, especialmente nas ações de assistência, vigilância, gestão e comunicação.

Alguns resultados já obtidos: desenvolvimento de material informativo para enfermos com COVID-19 e orientações gerais para leigos, além de publicações com textos técnicos, podcasts e vídeos; seleção, avaliação técnica e aprovação de materiais informativos produzidos por outras instituições para divulgação no site Coronavírus UFRJ; articulação com os diretores de enfermagem de unidades do CH para discussão e apoio na tomada de decisão quanto ao avanço da pandemia; acompanhamento dos problemas inerentes à dificuldade de acesso a EPIs em unidades de saúde da Universidade; desenvolvimento de notas técnicas, guias de recomendações e outros materiais para apoio ao setor de saúde, inclusive fora da UFRJ; organização, suporte e intermediação com entes externos a fim de prover alojamentos e locais de descanso aos profissionais de saúde da linha de frente − item atendido pelo Exército − Centro de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR).

 


Tecnologia é aliada - foto: Artur Moês (Coordcom/UFRJ)

 

Tecnologia da informação e cibersegurança

Foco de atuação: garantir a utilização das tecnologias de informação e comunicação, bem como a segurança e resiliência dos sistemas e redes de computadores e serviços computacionais do ecossistema da UFRJ, além de sua integração com instituições parceiras durante a pandemia de COVID-19.

Alguns resultados já obtidos: elaboração de planos de ação específicos; instalação do link de enlace de sinais de rádio entre o Centro de Tecnologia (CT) e o HUCFF; agilização da manutenção dos sistemas de proteção de energia do ponto de entrada da rede no Instituto Tércio Pacitti de Aplicações e Pesquisas Computacionais (NCE); interface com a operadora Claro e a empresa Ericsson para reforço de telefonia interna; implantação de link de redundância entre a UFRJ e Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) via Redes Comunitárias de Educação e Pesquisa (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa − RedeComep); disponibilização por RNP de link para conexão dos supercomputadores Lobo Carneiro e Santos Dumont.

 


A pesquisa é base para todas as frentes - foto: Artur Moês (Coordcom/UFRJ)

 

Recobrimento

Foco de atuação: elaborar solução tecnológica para insumos críticos; proposta de hidrofobizar máscaras de TNT ou de pano para garantir uso seguro e barato por profissionais de saúde, em substituição das máscaras N95.

Alguns resultados já obtidos: disponibilização da tecnologia desenvolvida pelo grupo, de algodão e poliéster hidrofóbico e respiráveis, possíveis de serem usados em máscaras como uma única camada funcional. O material proporciona redução de até 70% na permeação à água, sem afetar a permeação de vapor d’água. A expectativa é de que a escala produtiva seja de aproximadamente 500 máscaras por dia.

Regulação

Foco de atuação: apoiar as criações e orientar as iniciativas acerca dos aspectos regulatórios éticos, sanitários e de propriedade.

Alguns resultados já obtidos: apoio ao grupo responsável pelos respiradores mecânicos, interface com o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) e vigilância sanitária estadual.

 


Dashboard da UFRJ para acompanhamento da evolução da doença
foto: Artur Moês (Coordcom/UFRJ)

 

Engenharia de software

Foco de atuação: oferecer softwares para os diferentes subgrupos de trabalho, envolvendo tecnologias de software, inteligência artificial, internet das coisas (IoT), software embarcado, entre outros.

Alguns resultados já obtidos: sistema de dashboard público para acompanhamento da evolução da COVID-19, com versão de uso privativo da Secretaria Estadual de Saúde (SES) e do GT da UFRJ; sistema para notificação de casos para a SES; salas de reunião para os diferentes GTs; sala para atendimento de profissionais; sistema IoT de monitoramento de pacientes e enfermarias, UTIs e residências; sistema de identificação de fake news; chatbots para atendimentos inteligentes de usuários etc. Entre os objetivos prospectados estão o Minerva Bot e o call center digital.

ZeroW (redes neurais sem peso)

Foco de atuação: analisar os dados relativos à COVID-19, considerando a cidade e o estado do Rio de Janeiro; concentrar esforços no paradigma de redes neurais sem peso, mais especificamente nos desdobramentos do modelo WiSARD.

Alguns resultados já obtidos: apreciações preliminares de dados do município do Rio de Janeiro, utilizando, principalmente, técnicas de redes neurais sem peso, com nota técnica em elaboração.

Big data

Foco de atuação: coletar, limpar e analisar dados relacionados à COVID-19 no âmbito do município do Rio de Janeiro.

Alguns resultados já obtidos: consolidação de bases de dados governamentais, com elaboração de nota técnica.

SES/UFRJ (notificação)

Foco de atuação: coletar dados e prepará-los para análise de notificações de COVID-19.

Alguns resultados já obtidos: protótipo do mecanismo digital para notificações, com projeção para aplicativo de autonotificação e de notificação por unidade notificadora, além de integração de sistemas de notificação.

 


Respiradores produzidos serão doados ao SUS - foto: Coppe/UFRJ

 

TecnoCoronavírus

Foco de atuação: identificar oportunidade de inovações tecnológicas e soluções pragmáticas para apoiar as ações em prol da luta contra a COVID-19 pela UFRJ e instituições parceiras.

Alguns resultados já obtidos: diferentes avaliações e resultados atualmente em campo − confecção de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), com uso de tecnologia 3D, respiradores mecânicos e protótipos de produtos. As ideias se desdobram em projetos e atividades que são executados em outros subgrupos.

Inova Produção Digital

Foco de atuação: no que se refere à produção digital, apoiar o registro e a divulgação dos resultados obtidos que devem ser disponibilizados para uso da UFRJ e instituições parceiras. Os resultados são ofertados por meio do paradigma de inovação aberta, com registro inicial em licença Creative Commons, não comercial, a fim de garantir a agilidade na utilização dos resultados.

Alguns resultados já obtidos: processos e procedimentos para a liberação dos modelos de protetores faciais (face shields), incluindo mecanismos de avaliação e verificação. Os resultados são disponibilizados no portal https://3dmodels.cos.ufrj.br.

 


Projeto protagonista no país - foto: Paula Godinho

 

Análise de Protetores Faciais

Foco de atuação: avaliar técnica e economicamente o reprocessamento de máscaras protetoras faciais e N95, considerando recomendações e protocolos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), que fica nos Estados Unidos, e do Instituto Europeu de Saúde (EIH), na Europa.

Alguns resultados já obtidos: seleção de método de reprocessamento para validação de protocolo; submissão dos protetores faciais e máscaras N95 disponíveis no mercado ou adquiridos pela UFRJ aos testes pré e pós-reprocessamento; validação de processo de esterilização (morte microbiológica e esterilidade do material submetido ao processo); validação de eficiência de filtração do EPI reprocessado; elaboração de estudo de perspectiva econômica (custo, custo-benefício, impacto orçamentário) do processamento de respiradores N95.

Pessoal

Foco de atuação: avaliar e mapear as necessidades de recursos humanos temporários durante a pandemia.

Alguns resultados já obtidos: elaboração, junto às pró-reitorias de Pessoal e de Gestão e Governança, do edital de contratação de empresa para terceirização temporária de profissionais de saúde.

Os profissionais que atuam no CH têm disponibilidade de transporte organizado pela PU e podem pernoitar no alojamento no CPOR para evitar a possível transmissão do vírus para seus familiares.

Comunicação com familiares de pacientes com COVID-19

Foco de atuação: estabelecer a comunicação entre o HUCFF e os familiares de pacientes com COVID-19 ou suspeitos, diante do cenário em que estão proibidas as visitas a esses pacientes, com a recomendação do distanciamento social.

Alguns resultados já obtidos: adaptação do sistema prontHU para acesso às informações dos pacientes internados com COVID-19; trabalho com os médicos para o preenchimento das informações relevantes sobre a evolução clínica do paciente com o objetivo de serem repassadas aos familiares pelos internos de Medicina.

Engenharia de software – Oxímetro – Internet das Coisas

Foco de atuação: construir dispositivo com IoT para coleta de marcadores (oximetria, frequência cardíaca, temperatura e movimento) de pacientes que se encontram isolados em casa ou internados em enfermarias (eventualmente em ambientes isolados) e permitir o monitoramento a partir de profissionais de saúde e/ou familiares.

Alguns resultados já obtidos: construída prova de conceito envolvendo hardware e software, incluindo peças em fabricação digital para encapsulamento dos sensores. O protótipo inicial se aplica à utilização em enfermarias e pode ser usado em ambientes com acesso a redes wi-fi.

 


Saúde mental precisa ser considerada - foto: Artur Moês (Coordcom/UFRJ)

 

Seção de Atenção Psicossocial dos Trabalhadores da UFRJ

Foco de atuação: amparar a saúde mental dos trabalhadores da UFRJ, cerca 15 mil no total: 5 mil docentes e 10 mil técnicos-administrativos em Educação − em torno da metade atua no CH.

Alguns resultados já obtidos: continuidade dos atendimentos aos servidores, tanto presencial quanto remotamente; assessoria e consultoria em saúde mental dos trabalhadores a novos grupos multidisciplinares e especializados que foram constituídos no combate à pandemia da COVID-19; acolhimento e atendimento emergencial, presencial e remoto para situações de crise, individuais e coletivas; retomada do Projeto-Ação das atividades do grupo das Conversas sobre Trabalho e Saúde com a Enfermagem do Instituto de Psiquiatria (Ipub/UFRJ).

Apoio ao Grupo de Trabalho

Foco de atuação: apoiar os subgrupos de trabalho com a organização e alocação de colaboradores ou outras demandas de secretariado; construir e atualizar o mapa cognitivo das ações, sumarizando as diversas atuações.

Alguns resultados já obtidos: mapeamento cognitivo; alocação de colaboradores nos grupos técnicos; secretariado das reuniões do GT Multidisciplinar.

Saiba mais em www.coronavirus.ufrj.br.

Fonte: www.ufrj.br

 

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 Autoria da foto: Nossos estudantes da turma 23C - Artes Visuais

 
Prezada comunidade do Colégio de Aplicação da UFRJ, 
 
Está no ar o site CAp - UFRJ na quarentena. Um espaço institucional criado para conectar a comunidade escolar, para propiciar a troca de afetos, experiências, reflexões e, principalmente, para manter nossos vínculos durante o período de distanciamento social causado pela Covid-19. São tempos difíceis os que vivemos, mas estar juntos, ainda que separados fisicamente, é o nosso convite para você.
 
Agradecemos à comissão que tem se dedicado à organização do site e aos profissionais do CAp pelo engajamento no projeto, envio de suas propostas e sugestões. 
 
Agradecemos também aos trabalhadores pelo envio de suas contribuições para o vídeo de lançamento do site e a Pablo Nery French pelo trabalho de edição.
 
#FiqueEmCasa
#FiqueNoCApUFRJNaQuarentena
 
Acesse o site e participe: https://capnaquarentena.wixsite.com/capufrj 
 
Clique na imagem abaixo para o VÍDEO DE LANÇAMENTO do site CAp na Quarentena 
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Direção do CAp-UFRJ 
 

alunos site

 

O Colégio de Aplicação é um órgão suplementar do Centro de Filosofia e Ciências Humanas - CFCH e a unidade de Ensino Fundamental e Médio da UFRJ. Uma das mudanças com grande impacto para o Colégio ocorreu em 2019 com a Integração da Escola de Educação Infantil - EEI ao CAp, aprovada na sessão do CONSUNI da UFRJ de 18 de junho de 2019. Com isso, passamos a ser também a unidade de Educação Infantil da UFRJ.

O CAp desempenha a sua função acadêmica e institucional ancorada nos preceitos de ensino, pesquisa e extensão. No que se refere à formação de professores, o Colégio vem contribuindo para a formação inicial a partir do trabalho pedagógico dos alunos da graduação da UFRJ e de instituições federais conveniadas, assim como a formação continuada mediante a atuação conjunta com a Faculdade de Educação. 

Nas últimas três décadas, como escola de educação aplicada, o CAp agregou ao seu projeto político-pedagógico os projetos de pesquisa e extensão que têm como objetivos a produção de materiais didáticos, metodologias, práticas pedagógicas e, sobretudo, formação de professores. Os projetos contam com a participação de bolsistas de Iniciação Científica, de Extensão e de Iniciação Artística e Cultural, sob a orientação do corpo docente. A qualidade de ensino do CAp tem atraído pesquisadores externos para desenvolverem pesquisas na área de educação.

Alunos da educação básica do CAp, em particular do Ensino Médio, têm oportunidade de participar de programas de Iniciação Científica realizando estágios em outras unidades da UFRJ e na FIOCRUZ, bem como de apresentar seus trabalhos em jornadas e congressos científicos.

Em 2019 comemoramos os 71 anos do Colégio de Aplicação da UFRJ. São muitos anos tecidos pelo trabalho de cada servidor docente e técnico, de cada estudante e familiar que por aqui passou. Toda essa construção coletiva fez do CAp-UFRJ uma escola, além de pública e gratuita, laica, de qualidade e socialmente referenciada.

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