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O Setor Curricular de Língua Portuguesa convida para a edição 2017 do CAp Literário

O CAp Literário é um festival literário e artístico que envolve toda a comunidade escolar em torno de um objetivo principal: incentivar a leitura e a escrita, evidenciando o caráter lúdico e transformador dessas práticas. É um dia especial no calendário letivo em que os estudantes (de ensino básico e superior) se apresentam como autores, críticos da realidade, e vivenciam a literatura para além da sala de aula.

Participe! Divulgue!

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Reitor comenta resultado e destaca “vivacidade acadêmica” da UFRJ; ranking da Folha de São Paulo foi divulgado nesta segunda (18/9)

A UFRJ foi eleita a melhor universidade do país pelo segundo ano consecutivo no Ranking Universitário Folha (RUF), do jornal Folha de São Paulo.

A lista classifica 195 instituições do país, a partir de indicadores de pesquisa, ensino, mercado, internacionalização e inovação. UFRJ, Unicamp, USP, UFMG e UFRGS aparecem como as cinco mais bem avaliadas.

“Estamos muito orgulhosos com o fato de que, em meio a tantas adversidades, a comunidade da UFRJ tenha demonstrado força, determinação, consciência cívica, compromisso com os problemas do país e tenha lutado tanto para manter a instituição funcionando”, avaliou o reitor da UFRJ, Roberto Leher.

Entre os problemas que interferem na rotina das universidades brasileiras, ele destaca “cortes orçamentários, crise na Faperj e redução dos recursos do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações a um terço do que era há dois anos”.

“O ranking é um termômetro que, neste momento, afere uma tendência importante. As universidades públicas estão pulsando, trabalhando de forma intensa e, sobretudo, a crise não as está esmorecendo”, avaliou.

Ele comemorou o fato de as melhores universidades do país continuarem sendo as públicas, destacando que produzem pesquisas e conhecimentos socialmente relevantes. Em relação à UFRJ, Leher disse que a instituição, mesmo com o cenário de crise, mantém “vivacidade acadêmica”. “É um mérito da instituição e de seu corpo social”, afirmou.

foto: Diogo Vasconcellos - CoordCOM/UFRJ

 


 
Em artigo sobre a data, reitor Roberto Leher propõe reflexão sobre a história e o futuro da UFRJ: 

A comunidade universitária da UFRJ é admirável: segue vigorosa em contexto de multifacetada crise e enfrenta políticas hostis à ciência, à educação, à cultura, à tecnologia e à arte com emocionante energia criadora. Como em outros tempos de dificuldades (Estado Novo, ditadura empresarial-militar, crise da dívida de 1982, início e longa continuidade do período neoliberal), estudantes, professoras e professores, técnicas e técnicos-administrativos não se deixam abater. Sabem que há um futuro a construir, um futuro não corporativo, comprometido com os problemas da nação. 
Nossa comunidade é encorajada pelas manifestações de apoio e de admiração da sociedade brasileira a forjar o futuro em condições adversas. Todas e todos que interagem com a UFRJ passam a admirá-la. Quando seus filhos ingressam em uma escola pública e encontram docentes formados pela instituição ou, ainda, quando estão em alguma unidade de saúde e têm a fortuna de serem atendidos por profissionais de saúde da UFRJ, sabem que estão em boas mãos, pois formados com esmero e ética pública.  
Ainda precisamos nos fazer conhecer melhor. São muitas as conexões da UFRJ com a vida cotidiana e restam, é certo, enormes desafios para contribuirmos, ainda mais amplamente, com o bem viver dos povos. Os que financiam a instituição com o suor de um trabalho quase sempre penoso e com seu mínimo consumo de víveres básicos, em que incidem tantos tributos, merecem ter como seu patrimônio uma universidade como a UFRJ.
Ao forjar o futuro, a história, o fazemos em circunstâncias que não são de nossa escolha.  Somente com palavras duras é possível descrever a situação existente. Entre novembro de 2014 e o final de 2016, o governo federal retirou R$ 157 milhões do escasso orçamento da UFRJ. Com a perda desses recursos, o volume das dívidas cresceu a ponto de se tornar uma espada de Dâmocles para a instituição. Prédios inacabados, reformas estruturais adiadas, moradias estudantis insuficientes, ameaças não republicanas de corte de energia, ausência de bolsas para os estudantes que possuem direito e necessidade, drástica redução de pessoal terceirizado, difíceis, muito difíceis, condições de infraestrutura, pessoal e recursos de custeio nos hospitais. O nosso compromisso com o país não nos permite admitir que a expansão recente da UFRJ se converta em um projeto inacabado.
Diante dos justos reclamos das universidades em prol das verbas de direito, os meios de comunicação ecoam as já desacreditadas asseverações de que o problema não decorre da falta de verbas (como se R$ 157 milhões não fosse expressivo!), mas de gestão.  
Como seria civilizado se os críticos viessem nos conhecer, percorrer nossos hospitais, conversar com os profissionais e os pacientes, visitar os nossos grandes e pequenos laboratórios, os nossos ateliês de arte e dialogar com grupos de pesquisa. E, após uma jornada de visitas, conversar sobre como acelerar as obras do Jorge Machado Moreira e a reforma do bloco B da moradia estudantil, analisando, em conjunto, as nossas contas, as medidas adotadas para reduzir custos e para melhorar a gestão. Falaríamos sobre o Complexo de Formação de Professores, a rede Zika, os projetos de extensão, a cooperação internacional, os planos para o Complexo Hospitalar, as residências e as pesquisas, o futuro da tecnologia, a consolidação e a expansão dos campi e o salto qualitativo do Programa Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes). 
A vida real nos impõe uma realidade muito distinta. As relações institucionais entre universidade, Estado e governos poderiam não ter a mesma estética e incomunicabilidade. Reivindicamos relações republicanas. Acreditamos que isso é o que o país necessita.  Como na letra de John Lennon, podemos (e praticamos!) imaginar. Ou, como propôs o epistemólogo Gaston Bachelard, podemos reivindicar, para os próximos anos, o direito de sonhar
São essas disposições que têm nos movido a construir nossa fabulosa instituição. Lutamos porque amamos a UFRJ, lutamos porque sabemos o quão importante é nossa instituição para os povos e seus problemas. A comunidade está unida em torno de seu futuro que desejamos virtuoso. Continuidades e rupturas fazem parte da história das instituições: Universidade do Rio de Janeiro, Universidade do Brasil, Universidade Federal do Rio de Janeiro, um percurso virtuoso e um futuro promissor, pois tomamos em nossas mãos a construção de nossa instituição como um dos pilares da democracia brasileira. Celebremos!
Roberto Leher
 
Fonte: www.ufrj.br

 

 

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A ação de extensão CAp Popular é um curso preparatório popular, direcionado à um público específico e gratuito.

 

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De 2/10 a 6/10, o V Seminário de Integração dos Técnicos-Administrativos em Educação (V Sintae) receberá servidores públicos de diversas instituições do Brasil para compartilhar produções técnico-científicas e atividades desenvolvidas em universidades e institutos federais. O evento acontecerá no Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN), na Cidade Universitária.

Realizado desde 2013, o Sintae é um seminário anual coordenado pela Pró-Reitoria de Pessoal (PR-4) da UFRJ a fim de promover a integração e o diálogo entre servidores técnico-administrativos em educação de instituições públicas de ensino superior de todo o país. Nesta edição, serão debatidos os eixos temáticos Gestão Pública e Universidade, Ensino, Pesquisa e Extensão e Saúde e Meio Ambiente. A programação contará com discussões sobre acessibilidade, assistência estudantil e assédio moral, entre outros.

Segundo a organização, o período de submissão de trabalhos foi finalizado com um bom resultado. Neste ano, serão 191 trabalhos apresentados, sendo 106 da UFRJ e 85 de outras instituições. Interessados em participar do evento como ouvintes ainda podem se cadastrar gratuitamente por meio do Portal de Conferências da UFRJ até 27/9. Aqueles que comparecerem a, no mínimo, 80% do evento, receberão certificado com carga horária de 20 horas.

Clique aqui para ver a programação completa do evento.

Fonte: www.ufrj.br

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A Revista Perspectivas em Educação Básica é um periódico semestral de divulgação de trabalhos acadêmicos existente desde 2006. Originalmente, o periódico publicava resultados de projetos de ensino, pesquisa e extensão feitos no Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, referentes a todas as disciplinas escolares, para um público amplo e heterogêneo. Em sua retomada, no ano de 2017, a revista pretende ampliar seu alcance e conteúdo, aceitando artigos e ensaios fotográficos de pesquisadores de diferentes instituições de ensino.

Clique aqui para o texto da chamada.

 

Setores curriculares

 

artes cênicas artes visuais biologia desenho geométrico educação física espanhol
filosofia física francês geografia história inglês
língua portuguesa matemática multidisciplinar música química sociologia

 

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