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 Corpo Docente 

 

Coordenação de Curso:
FÁBIO GARCEZ DE CARVALHO

Suplente:
JOÃO GABRIEL ASCENSO

 

ALESSANDRA CARVALHO
http://lattes.cnpq.br/2765565145395915

PROJETO DE PESQUISA:
Justiça de transição, políticas de memória e ensino de história na educação básica
Descrição: A pesquisa tem como objetivo investigar os possíveis diálogos e conexões entre a justiça de transição e as políticas de memória tal como elas se desenvolvem no Brasil e o ensino de história, considerando que esses processos se articulam não só em torno de ações públicas pelo reconhecimento oficial das violências praticadas pela ditadura civil-militar, a punição de seus perpetradores e a reparação às vítimas, mas alcançam o campo das disputas políticas e culturais no interior de ordens pós-autoritárias. Incluem, assim, as iniciativas estatais implementadas no campo jurídico como também seus desdobramentos em distintos espaços da sociedade nos quais se desenvolvem processos de formação de identidades e de construção de consensos. Um desses espaços, sem dúvida, é o sistema educacional, por sua capilaridade e finalidades primordiais de caráter formativo e normativo. Cabe investigar, portanto, em que medida a escola e, nela, a disciplina escolar história podem ser espaços de desenvolvimento de medidas transicionais e de políticas de memória em suas múltiplas dimensões: de exercício do direito à memória e à verdade e, a partir daí, do fortalecimento de consensos e identidades políticas ligadas à defesa da democracia e do respeito aos direitos humanos.
Linha de Pesquisa do Núcleo de Pesquisa e Práticas em Ensino de História:  Ensino da história de regimes ditatoriais nos séculos XX e XXI.

 

DIEGO BRUNO VELASCO
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4137312E1

PROJETO DE PESQUISA:
Ensino de História e Temas Sensíveis: Uma investigação sobre os regimes de verdade e as articulações temporais produzidas nas narrativas curriculares
Descrição: Considerando que a discussão em torno do ensino dos temas sensíveis tem se fortalecido nas áreas do Currículo e do Ensino de História, a presente pesquisa pretende investigar como as dimensões das temporalidades e das verdades históricas tem se articulado com esta temática. Neste sentido, o estudo propõe-se a analisar quais são as narrativas históricas escolares produzidas e hegemônicas sobre temáticas como a Ditadura Militar e a presença de povos africanos e indígenas , dentre outros,  em espaços curriculares como os livros didáticos de História, as provas de vestibulares, o Exame Nacional do Ensino Médio, os materiais didáticos produzidos pelos professores da Educação Básica e as pesquisas produzidas em cursos de formação continuada como as dissertações de mestrado do ProfHistória e as monografias / trabalhos de curso do CESPEB. Em linhas gerais, a pesquisa pretende analisar quais são os deslocamentos e as sedimentações que tais narrativas apresentam considerando que a pauta do ensino dos temas sensíveis mobiliza a produção de novas demandas, colocando os regimes de memória e de historicidade em constante disputas. Ao mesmo tempo, procurar-se-á analisar quais são as articulações temporais, entre presente e passado, significadas no material empírico selecionado. Por fim, há de se destacar que serão analisados apenas os materiais produzidos no século XXI, uma vez que aposto que a temática aqui privilegiada passa a ocupar neste século um papel importante na área do Ensino de História.

PROJETO DE PESQUISA:
As relações entre os licenciandos do CAp UFRJ e a questão da avaliação educacional no Currículo de História.
Descrição: Este projeto de pesquisa propõe-se a analisar as relações entre os licenciandos de História do Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (CAp UFRJ) com a temática da avaliação educacional. Levando em consideração que o CAp é um espaço de formação de professores e que no estágio supervisionado o licenciandos possuem a oportunidade de observar, debater e construir reflexões sobre diferentes instâncias da rotina docente, este estudo pretende investigar como os licenciandos lidam com o desafio de produzir e analisar instrumentos formais de avaliação como provas, testes, apresentação de seminários, trabalhos avaliativos, dentre outros. Neste sentido, proponho investigar, a partir dos materiais avaliativos produzidos pelos licenciandos, quais foram as principais temáticas históricas abordadas bem como buscarei responder a outras indagações, tais como: Quais desafios estiveram presentes na produção deste material didático? Quais conhecimentos históricos e pedagógicos influenciaram na produção dos material avaliativo? Quais saberes e / ou habilidades os estudantes da Educação Básica deveriam dominar para serem bem avaliados? Como as temáticas dos temas sensíveis e das articulações temporais aparecem nos materiais pesquisados? O que os licenciandos consideram significativo dentro de uma avaliação da área de História? Destaco que o material empírico analisado será o material didático produzido pelos licenciandos bem como as respostas dadas por eles em questionários escritos eventualmente solicitados. Ao mesmo tempo, destaco que serão analisados os materiais produzidos a partir do ano letivo de 2019.

Linha de Pesquisa do Núcleo de Pesquisa e Práticas em Ensino de História:  Ensino de história, recursos e estratégias didáticas;

 

FÁBIO GARCEZ DE CARVALHO
http://lattes.cnpq.br/9129264071487611

PROJETO DE PESQUISA: A História do Ensino de História no Colégio de Aplicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro
Descrição: O projeto se insere na área de estudos da História da Educação. O Colégio que foi criado com vistas a ser utilizado como campo de estágio para os alunos dos cursos de graduação torna-se interessante campo de estudos, visto que analisar o campo disciplinar do ensino de História significa não apenas enveredar pelo estudo da dinâmica escolar, mas percorrer importantes caminhos para a análise do próprio processo de profissionalização docente. O corte temporal abrange o período entre 1960 e 1990. 

PROJETO DE PESQUISA: O ensino de história e desafios contemporâneos: o presente e passado no fazer docente do professor de história
Descrição: O projeto apresenta como eixo a investigação do estado da arte do ensino de temas de tempo recente no ensino básico em escolas públicas do Estado do Rio de Janeiro. Para abordagem teórica, o projeto é ancorado no debate historiográfico sobre história do tempo presente e sua interface com o ensino de história na educação básica. Pretende-se fazer um mapeamento de questões a respeito do tratamento do tempo presente, práticas pedagógicas, problemas e desafios que acompanham o tratamento de temas recentes nas escolas no Estado do Rio de Janeiro. O projeto insere-se no esforço de construir saberes teórico-práticos que contribuam para uma reflexão crítica acerca do ensino de história, indispensável para a formação continuada de professores de ensino básico da rede de ensino pública, bem como para a formação educacional discente.

Linha de Pesquisa do Núcleo de Pesquisa e Práticas em Ensino de História:  História do ensino de história e formação de professores;

                                      

JOÃO GABRIEL ASCENSO
http://lattes.cnpq.br/8145997285807159

PROJETO DE PESQUISA:
Ensino de História Indígena na Educação Básica
Descrição: Esse projeto visa a discutir e desenvolver estratégias de ensino a respeito da História Indígena, prioritariamente dos grupos inseridos dentro do espaço que se convencionou chamar de “Brasil”, mas pensando também as conexões transnacionais. Essas estratégias nascem da urgência de se compreender o genocídio histórico dessas populações, ainda em curso, e os argumentos que – mesmo que indiretamente – o legitimam. São alguns desses argumentos: o do atraso, o da infantilidade, o da barbárie, o da animalidade e o da improdutividade. Os grupos indígenas representam, desde o século XV e até hoje, uma alteridade radical em relação ao modo de vida, de produção e de conhecimento do Ocidente, por isso sendo, muitas vezes, identificados como o oposto da civilização e do progresso. Compreendendo que apenas a partir do conhecimento é possível a produção da empatia, o projeto em questão visa a construção de recursos didáticos que levem à percepção da alteridade representada pelos indígenas dentro do espectro da riqueza sociocultural e da diversidade dos modos de produção e de relacionamento com o meio ambiente. Para tanto, é fundamental afastarmo-nos do pensamento de que povos como incas, maias e astecas era “mais evoluídos” porque se organizavam em Estados militarizados, com sistemas complexos de produção e distribuição – em suma, porque, em diversos aspectos, se assemelhavam às sociedades europeias. É justamente a lógica do “mais evoluído” que deve ser questionada. Além disso, é importantíssimo reconstruir historicamente as diferentes relações que o Estado colonial/nacional no Brasil levou adiante em relação aos índios, identificando mecanismos de violência e estratégias de resistência e de negociação. Através desse pensamento historicizado, podemos atingir outro objetivo fundamental, que é trazer as populações indígenas para o presente, inserindo-as dentro de seus desafios e de suas lutas atuais e questionando seu isolamento na história do período colonial.

Linha de Pesquisa do Núcleo de Pesquisa e Práticas em Ensino de História:  Ensino de história indígena, africana e afro-brasileira na educação básica;

 

LUISA QUARTI LAMARÃO
http://lattes.cnpq.br/2228259440905149

PROJETO DE PESQUISA: O uso de memes nas aulas de História
Descrição: Os estudantes da chamada geração virtual, conhecidos como “nativos digitais”, apresentam desafios diários às práticas docentes contemporâneas. A constante oferta de informação fora da sala de aula, disponível pela internet, e consequentemente a criação de uma nova forma de linguagem e comunicação entre os alunos, tornam importantes a discussão sobre novas estratégias em sala de aula. Nesse sentido, o presente projeto pretende ser um espaço de investigação sobre diferentes estratégias didáticas formuladas a partir de recursos/linguagens da internet. Partimos do pressuposto de que esse tipo de interatividade é fundamental no ambiente escolar, criando constantes desafios para professores e alunos. No caso específico das aulas de História, o objetivo é debater sobre as possibilidades de criação e utilização de memes em atividades e avaliações, reconhecendo que estes podem ser uma outra forma de contato dos estudantes com textos históricos. Memes são imagens, frases ou vídeos que se reproduzem rapidamente pela internet dada a mensagem e a linguagem atraentes que exibem. As atividades propostas vão envolver leitura de bibliografia especializada sobre Educação e recursos tecnológicos; criação de memes em sala de aula pelos estudantes do Ensino Básico e posterior uso destes em avaliações e atividades; elaboração de atividades envolvendo esses recursos por docentes e licenciandos; oferta de oficinas para professores do Ensino Básico sobre o tema e suas diversas possibilidades de uso em sala de aula.

Linha de Pesquisa do Núcleo de Pesquisa e Práticas em Ensino de História:  Ensino de história, recursos e estratégias didáticas;

 

 

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